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Impacto Ambiental

Mapeamento dos impactos ambientais nas organizações por meio de uma ferramenta que identifica e caracteriza os impactos gerados pelas atividades de rotina e eventuais, de forma qualitativa e quantitativa.  A avaliação é feita com pontuações, gerando índices que  evidenciam o desempenho ambiental das unidades e da corporação.

O resultado do mapeamento dos impactos ambientais com uso de indicadores pode ser usado com os seguintes objetivos:

  • Gerir as questões ambientais, divulgando internamente (para colaboradores, gerentes e alta administração) os indicadores de desempenho ambiental da organização.
  • Permitir a comparação do desempenho ambiental entre diferentes unidades de uma mesma organização.
  • Avaliar a eficácia de ações ambientais implementadas e orientar revisões.
  • Comprovar o desempenho ambiental perante órgãos ambientais, sociedade, ministério público e outras partes interessadas.
  • Auxiliar na priorização de investimentos, possibilitando a otimização de ações e redução de custos.
  • Auxiliar na elaboração de relatórios externos para demonstração das ações socioambientais.
  • Outros

Conceitos importantes para compreensão dos impactos ambientais, encontrados no site da CETESB e aqui utilizados para mostrar a relevância de realizar o mapeamento desses impactos são: 

Contaminante: Substância ou composto que afeta negativamente o ecossistema, capaz de provocar alterações na estrutura e funcionamento das comunidades

Poluente: Qualquer substância ou energia que, lançado ao meio ambiente, interfere no funcionamento de parte ou de todo o ecossistema.

Contaminação: Introdução de um agente indesejável em um meio previamente não contaminado. A contaminação ambiental é definida como poluição quando atinge níveis que causam efeitos deletérios na saúde humana, ou efeitos prejudiciais nos organismos vivos. 

Poluição marinha: Introdução pelo homem, de substâncias no ambiente marinho que resultam em efeitos deletérios, como prejuízo aos recursos vivos, riscos à saúde humana, obstáculo às atividades marítimas, incluindo pesca, depreciação da qualidade da água do mar e redução das amenidades

Poluição crônica: Introdução frequente de substâncias nocivas e tóxicas ao ambiente, mesmo em pequenas quantidades. Estas perturbações persistentes e continuadas tendem a provocar efeitos pronunciados e prolongados nas comunidades biológicas, principalmente em se tratando de substâncias químicas.

Poluição aguda: É o lançamento isolado e pontual de um poluente no ambiente, normalmente de grande porte e em local não contaminado.

Perturbação: Alteração ambiental que pode ou não causar alguma resposta na população de interesse. Pode ser classificada em 3 grupos. Tipo 1 são as perturbações que, por não terem intensidades suficientes, não causam resposta, ou seja, não interferem nas características naturais das populações, as quais são capazes de resistir ao tensor. Tipo 2 quando  ocorre efetivamente estresse nas populações biológicas atingidas, com resposta temporária, seguida de recuperação. O tempo de recuperação depende da capacidade de retorno de cada espécie aos níveis normais de variabilidade (resiliência). Neste caso o tensor não permanece no ambiente por longos períodos. Tipo 3 o estresse é  mais intenso, resultante de impacto longo ou permanente, o qual impede / dificulta a recuperação das populações devido à persistência dos agentes agressores (poluentes) no ambiente.

Estresse: Alteração ambiental que causa alguma resposta na população de interesse

Inércia / Resistência: Capacidade de uma população resistir a perturbações. Pode ser medida como a máxima magnitude de um tensor a qual não causa qualquer resposta.