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Energia Ambiental

A demanda crescente por energia na sociedade gera impactos ambientais significativos, que são bem conhecidos e alvo de preocupações constantes em todos os segmentos. O uso de combustíveis fósseis (não renováveis) gera emissões atmosféricas que estão atingindo níveis críticos para a saúde do planeta e das pessoas. A implantação de grandes hidrelétricas também pode causar problemas ambientais se não avaliados corretamente, a energia nuclear ainda apresenta riscos elevados e a produção de etanol também causa impactos ambientais significativos pela monocultura extensiva.  Observa-se assim que, qualquer que seja a fonte de energia usada pela sociedade, sempre haverá impactos ambientais associados, que precisam ser cuidadosamente avaliados no contexto em que se inserem, antes da opção por qualquer alternativa energética. 

É possível minimizar os impactos causados pelo uso da energia na indústria, nas residências, nos transportes e em quaisquer outros segmentos.  O termo Energia Ambiental  refere-se à utilização da energia de forma sustentável, onde toda a energia consumida é mantida sob um processo de gestão que possibilita o controle do desperdício, a redução do consumo e viabiliza substituições de fontes convencionais por outras ambientalmente mais limpas.

O conceito de sustentabilidade energética leva em consideração, além das questões técnicas, as questões econômicas, sociais e de mercado, com o objetivo de racionalizar o uso da energia nas organizações.

As etapas básicas para a gestão da Energia Ambiental são:

  • Caracterização e diagnóstico energético
  • Implantação de indicadores (medição)
  • Eficiência energética (redução de perdas)
  • Redução do consumo (práticas e processos)
  • Viabilidade de fontes alternativas (substituição)
  • Viabilidade de Créditos de Carbono

RACIONALIZAÇÃO

Estudos e projetos de engenharia para o uso eficiente da energia na indústria e no comércio, com objetivo de minimizar perdas de calor e de eletricidade, avaliando a eficiência dos equipamentos, padrões operacionais e promovendo campanhas de sensibilização e esclarecimentos das pessoas sobre padrões comportamentais que levam ao desperdício de energia. 

FONTES ALTERNATIVAS

Substituição, parcial ou total, de combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão) e de energia elétrica por energia solar, eólica, biogás, biodiesel, queima de resíduos entre outras.

RESÍDUOS E BIOGÁS

A queima de resíduos agrícolas, florestais e industriais para geração de energia complementar (térmica, mecânica ou elétrica) pode ser aplicado a materiais como serragem, cavacos de madeira, casca de arroz, palha de milho, bagaço de cana, finos de carvão e outros. 

A decomposição de matéria orgânica por microrganismos produz um gás predominantemente composto por metano, um dos gases que mais contribuem para o efeito estufa. Por ser um gás combustível, o biogás pode ser usado na geração de calor e de eletricidade, em substituição a outras fontes convencionais, com redução nos custos de energia e ainda contribuindo para a redução do efeito estufa no planeta. O biogás pode ser obtido também a partir de lixo doméstico, resíduos vegetais, plantas aquáticas, esgoto sanitário e outros materiais orgânicos.

 “GREEN BUILDING”

Assessoria para elaboração de projetos de casas e prédios (comerciais e residenciais) utilizando conceitos de uso racional da energia (elétrica, térmica e água) em sistemas que otimizam o uso da energia e da água, tais como: aproveitamento da água de chuva, reuso da água, conjugação de energia (solar, gás e eletricidade), reaproveitamento de calor e outras medidas, com objetivo de minimizar o uso de energias convencionais, reduzir o consumo e as despesas com energia e água.